11 de mar. de 2013
Inacabado
Palavras,
frágeis, fracas e vazias,
Quando a conexão que havia,
Não mais satisfaz.
Sem execução,
Sem sentimento,
Só preocupação,
Tormento.
Constatar o óbvio,
Não evolui, te poda,
Te nutre ódio,
Incomoda.
Ah o novo,
Frescor, sorrisos,
Calor, removo,
Fica só o que preciso.
Paixão,
Abobado,
E o futuro?
Inacabado!
14 de nov. de 2012
Haikai Guilhermino de catorze onze doze.
Haikai Guilhermino de catorze onze doze.
Populismo, mensalão.
Povo tolo, nada novo.
Shh... hora da seleção.
18 de jul. de 2012
Estados de se Perder...
Gelo, sê-lo inteiro um nevoeiro, máscara do que se é.
Água, mágoa deságua em lágrimas, lástimas do que não foi.
Vapor, apenas o que sobrou, do que poderia, mas não vai ser.
photo: haglundc
5 de mai. de 2012
4 de mai. de 2012
The worst and most sickening clip of the world
Eu gostaria de acreditar que a interpretação do fim do calendário Maia era simplesmente uma falta de espaço em alguma rocha para continuar o desenho, e que eles acreditavam que quando chegasse ao fim desse era apenas necessário continuar de onde pararam. Um alinhamento de astros não pode ser nocivo ao planeta Terra, diz a ciência, e também acreditava nisso. Mas 2012 chegou, e após uma pequena análise superficial digo que COM CERTEZA será o fim da humanidade. kkkkkkkkkkkkkkkkk...
27 de abr. de 2012
Fim de ano Rede Tribuna 2011
Um dos 5 vídeos de fim de ano da Rede Tribuna produzidos em 2011 pela TV Tribuna
13 de abr. de 2012
30 de mar. de 2012
King of the drunks
ÉPICO!
O cara é preso por dirigir embriagado, conversa com a polícia explicando suas razões, inicia a cantarolar Bohemian Rhapsody, chega a delegacia, os policias esperam o fim do show e ele sai como se nada houvesse acontecido. Em tempos de 'Para nossa alegria', esse é demais. Tem que gostar da música e ter muita paciência com essa apresentação épica...kkkkkkkkkkk... Ah, hoje é sexta...
Você pode ser um bêbado, mas nunca será como ele (Ainda bem né?):
8 de mar. de 2012
Revival

17 12 11 Fatídico, dolorido, assustador...
Desde então um break, time to pensar melhor,
Olhar ao redor, sentir revivals, ver o que está bom,
E aquilo que continua do mesmo jeito.
"Às vezes achamos que um resultado ruim é nossa culpa,
algo que deixamos de fazer, então, em um revival,
tentamos fazer melhor, procurar fazer o que não foi feito,
eis que vê que o problema não está em ti,
foi só mais um vivência ilusória de algo que não vai mudar,
por mais prazeroso que foi no momento, foi no momento, e foi-se."
Rapidamente, apressadamente tudopraontemaomesmotempo...
De repente nos deparamos com algo que pode determinar o fim.
Algo que pressentia, mas que depois de passado, um fardo cai,
Um alívio, uma nova chance, alegra-te!
Abra seus olhos!
O fim não chegou. Enquanto puder soprar, sopro recebe.
E quando o fim chegar o alívio vai ser tão grande,
que não haverá tempo para mimimis...
Então reviva, viva, e aproveite.
É dolorido perder suas asas por algum tempo.
Acostumado a voar livre.
Podado.
Mas a reflexão deste tempo abatido,
destrói barreiras mentais interiores,
aprende a selecionar melhor,
a trajetória do seu vôo.
Voe certo.
Reviva.
(picture: stuckincustoms.com)
14 de dez. de 2011
Elementos Fundamentais do Design

por Fabiane Secches (updateordie)
O simpático filminho abaixo é, na verdade, uma senhora aula sobre os conceitos e princípios essenciais do (bom) design, tudo em menos de 3 minutos.
O poder de síntese e a direção de arte se destacam em ”The Fundamental Elements of Design“, animação dirigida pela motion designer Erica Gorochow, de Nova York. Produção executiva e roteiro por Karl Sluis e música por Michael Coffman.
The Fundamental Elements of Design from Erica Gorochow on Vimeo.
13 de dez. de 2011
Mario Realista!
8 de dez. de 2011
7 de dez. de 2011
Análise da Trilha Sonora de Super Mario World

por Fabiane Secches (Updateordie)
Quem gosta de música e de games vai adorar este trabalho, realizado pelos alunos de Cinema daUFPE (Universidade Federal de Pernambuco): “Análise da Trilha Sonora de Super Mario World”.
A trilha do joguinho (o meu preferido desde sempre) gruda na gente como chiclete, é uma atração à parte. Tudo isso a gente já sabe bem. Mas, depois que assistimos ao vídeo abaixo (que tem quase 10 minutos), ficamos encantados também com o número de detalhes e significados, com todo conceito e sofisticação com que a ótima trilha foi idealizada.
De um modo mais técnico: “Ragtime é um estilo de música popular que nasceu nos Estados Unidos no final do século XIX. A característica que define a música Ragtime é um tipo específico de sincopação na qual os acertos melódicos ocorrem entre as batidas métricas”.
Parece grego pra você? Então mais um motivo pra ver. É uma verdadeira aula sobre música.
2 de dez. de 2011
Experiências ou coisas? Qual prefere?

por Wagner Brenner (updateordie.com)
Há uma velha sabedoria popular que diz que não existe melhor maneira de investir seu tempo e dinheiro do que numa viagem, nem que seja só mental.
Entre um carro novo e uma nova aventura, a segunda opção é melhor porque é a que vai estar em cartaz naquele famoso filminho que passa na nossa cabeça quando a gente está prestes a morrer.
Experiências são melhor investimento que coisas.
Agora, essa sabedoria popular, mais bonita na teoria que na prática, foi cientificamente comprovada (Carter & Gilovich, 2010), com 57% dos pesquisados optando por experiências. Até aí, tudo certo. Mas a lista de motivos para justificar essa escolha é que achei ótima, com argumentos racionais para justificar os ímpetos, geralmente os responsáveis por decisões como essa da foto.
Lembrando, claro, que são insights e não regras absolutas, mesmo porque muitas experiências estão muito misturadas à coisas (sua casa, por exemplo).
Então, prepare-se para passar reto naquela vitrine e vamos lá.
1. Experiências melhoram com o tempo. São reinterpretadas e ganham novos significados a medida que você vai envelhecendo. Coisas, pioram com o tempo.
2. Experiências duram mais. Ficam para sempre na sua memória e podem ser revividas. Coisas, acabam. (Van Boven & Gilovich, 2003)
3. Experiências escapam de comparações cruéis porque são únicas. Coisas (principalmente as do vizinho), são comparáveis e invejáveis.
4. Experiências, também por serem únicas, demandam uma adaptabilidade maior (passar um mês numa tribo de índios). Coisas, são compatíveis na essência, para facilitar seu consumo e “esvaziam” mais rápido, perdem o encanto (aliás, tem coisas que perdem o encanto na hora que a gente pisa em casa, é irritante). (Nicolao et al., 2009)
5. Experiências tendem a ser mais sociais, parte fundamental de qualquer teoria de felicidade, auto-estima, etc.
E eu, humildemente, acrescentaria mais uma.
Experiências podem ser compartilhadas, sem que que o dono deixe de possuí-las. Pelo contrário: todos os envolvidos ficam mais ricos, o valor da experiência aumenta.
7 de out. de 2011
26 de set. de 2011
Pose - Por Wagner Brenner
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Pose são as diferentes posições que um humano consegue fazer. Quem já teve a oportunidade de fazer ou acompanhar uma sessão de fotos profissional sabe que delícia é fotografar uma modelo. Você fala um “vamos lá” e ela sai fazendo uma infinita sequencia de caras e bocas e posturas, mudando cada vez que se faz um disparo. Hoje de manhã, enquanto escovava os dentes junto com meu filho pequeno, ele falou: “Pai, me ensina a sorrir?” E deu um sorriso duro pro espelho. Queria sair bem em foto. Queria uma pose.
Para nós, homens da caverna, geralmente é sempre a mesma pose: em pé, olhando para a camera e dando um sorrisinho. Também conhecido como “eu mesmo, mas sorrindo”. Quem clica até já sabe desse limite e pede sempre o clássico “xiiiis”. Vão além, sabem como fazer para aparecer bem e usam vários truques como morder as bochechas por dentro para afinar o rosto, boquinhas entreabertas, perninhas alinhadas, etc. Parece fácil, mas para a maioria dos mortais, o repertório é bem básico.
Mas isso está mudando. Com tantas fotos sendo batidas em celulares todos os dias, o conceito de pose que originalmente pertencia ao universo da fotografia de moda, vem sendo incorporado no dia-a-dia das pessoas e nas situações mais corriqueiras como viagens, festas de aniversário e auto-retratos em banheiros. O fenômeno é tão comum que já existem as poses da moda há alguns anos, facilmente percebidas em qualquer foto de adolescente, geralmente fazendo um bico duro com os lábios enquanto projeta o queixo para frente. É o famoso Duckface ou Duckfacing. Ou as fotos em grupo dentro das lojas da Apple que até agora não consegui entender muito bem e acho que já passou. Parece que, depois do estágio 1 da foto digital (a democratização e onipresença da possibilidade do registro em sí) estamos agora no estágio 2, que é aparecer bem na foto, ou pelo menos, a intenção. Um mundo mais plástico, sem dúvida. Seja lá a interpretação que a gente queira dar para essa plasticidade. Depois do jump você confere o fenômeno numa série de gifs que mostram como tudo muda, menos o carão.
E você, já construiu o seu?
22 de set. de 2011
21 de set. de 2011
20 de set. de 2011
Aposentado de 90 anos tem três mulheres, 69 filhos e 100 netos no RN
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